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» » » » » Canetadas: "Ôôôôôô Muito respeito com a camisa Tricolor"

30 eliminações em uma década, 3 eliminações em 3 jogos seguidos, apenas uma final em 10 anos. Esses são apenas três números para contar o fracasso que o São Paulo tem vivido nos últimos anos nos campeonatos que disputa. A página mais vergonhosa dessa história aconteceu no Morumbi nessa noite de Quinta-Feira. O Tricolor ouve de seus rivais que iguala o Corinthians, eliminado pelo Tolima, sente na pele que a alegria da vitória, tão acostumada a morar no Morumbi, fez alçada em Penapolense, Bragantino, Juventude, Corinthians e Cruzeiro. A história política se enche de dúvidas, corrupção, queda de presidente, uma continuidade da vitoriosa gestão de Juvenal Juvêncio, mas que não se estendeu em bons resultados assim como o polêmico terceiro mandato do presidente. O maior ídolo da história do São Paulo, de goleiro herói vai se tornando um treinador questionável, aquele que assumiu uma responsabilidade enorme ao querer revolucionar a maneira de atuar da equipe com um futebol ofensivo pouco visto no Brasil e que se fosse qualquer outro treinador já teria sido demitido há algumas semanas. Equivocado em algumas escalações e substituições, mas com a consciência da diretoria que o contratou de que precisaria de tempo, de bagagem, da oportunidade que nenhum outro treinador teria. O Tricolor coloca em cartas na mesa a sua história gloriosa de Tri-Campeão da Libertadores e Tri-Campeão Mundial, oferecendo aos clubes que temem o Morumbi, a maior alegria de suas histórias. O Defensa y Justicia jamais irá esquecer o seu dia de Paysandu, quando venceu o Boca Juniors em La Bombonera, e irá comemorar até a estratosfera essa classificação, como estampa em seu site o jornal argentino Olé. Ceni precisa rever as suas teimosias e conceitos quando quer fazer um futebol de galáticos com peças muito limitadas.
No pós jogo, Rodrigo Caio disse que a equipe evoluiu nessa semana, mas que em uma eliminação o reflexo não viria mesmo. Sua personalidade em falar é louvável. A sua retórica de colocar sempre a responsabilidade no próximo jogo é padrão e não inspira nenhuma confiança. A culpa passa pela limitadíssima compreensão de futebol da diretoria do São Paulo que mantém jogadores muito abaixo da dignidade do clube vestindo uma camisa que não merecem. Se o Campeonato Paulista iludiu que Junior Tavares, Luis Araújo, Gilberto, Thiago Mendes e Bruno podem serem titulares da grandeza do Tricolor, se pode perceber que em momentos decisivos esses mesmos não são capazes de engraxar a chuteira de tantos ídolos que já ocuparam a vaga, mesmo que recentemente, como Mineiro, Cicinho, Aloísio, Junior, Washington e Hernanes. Que fique claro com essas eliminações que Lucão, por mais promissor que seja, não sabe reconhecer os seus erros e não deu certo no Morumbi e sente demais a pressão, precisa de novos ares para desenvolver seu futebol. Que se entenda que Cícero não é o coringa que se imagina e precisa ter posição fixa na volancia. Que se veja Cueva como mais um jogador a somar ao grupo, pois hoje acima do peso e mal posicionado entre a esquerda e a armação da equipe não rendeu. Que se grite ao ouvido de Leco a necessidade da contratação de um meio campista de armação, de ao menos um lateral esquerdo e um atacante velocista.  É preciso respeito com a camisa do São Paulo e que esses jogadores entendam o que Pratto, o único bom jogador em campo, disse na saída de campo: "Estamos jogando em um dos melhores time do Brasil e do Mundo, no São Paulo, é preciso falar menos e jogar mais. Sempre temos que estar nas primeiras posições". Falemos um pouco do jogo de hoje.
O time tricolor precisava de um triunfo simples para avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana, contra o Defensa y Justicia-ARG, mas ficou no empate por 1 a 1, e acabou eliminado pelo gol qualificado, já que o duelo na Argentina havia terminado sem gols. Para piorar, o São Paulo não mostrou absolutamente nenhuma evolução em campo após 18 dias sem jogos. O início de jogo empolgou os presentes no Morumbi. Antes do primeiro minuto, o Tricolor balançou as redes com Lucas Pratto em lance corretamente anulado por impedimento do argentino. Aos cinco, Thiago Mendes acertou belo chute de fora da área e mandou no ângulo para inaugurar o marcador. Com 10 jogados, porém, a euforia se apagou casa são-paulina. Jonas Gutierrez avançou pela esquerda e cruzou na área. Lucão falhou no corte, e a bola sobrou para Castellani, que, livre pela direita, bateu firme e empatou. Apesar de parte da torcida tricolor seguir cantando, o tento visitante tornou fria a partida nos 15º da capital paulista. A emoção só voltou com outras duas falhas defensivas do zagueiro Lucão ao final da primeira etapa. Sem um meia armador e com Cueva pouco inspirado, o Tricolor sofreu para criar oportunidades, abusou dos levantamentos na área no primeiro tempo, e foi para o intervalo vaiado com o empate que o eliminava. Na segunda etapa, Rogério Ceni colocou Gilberto em campo na vaga de Neilton, e o São Paulo passou a ter Luca Pratto mais aberto pelo lado direito. Depois, foi a vez de Luiz Araújo entrar no lugar de Bruno, deslocando Thiago Mendes para a ala. Na prática, porém, o Tricolor não conseguiu pressionar e teve apenas uma boa chance na etapa final, desperdiçada por Cueva. Já o time argentino, mostrando melhor preparo e tranquilidade, ficou perto do gol da vitória em três oportunidades claras, mas parou em Renan Ribeiro. Agora o São Paulo tem apenas o Campeonato Brasileiro para disputar nesta temporada. No Brasileirão, a estreia é justamente contra a Raposa, neste domingo, no Mineirão, às 16h (de Brasília).

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 x 1 DEFENSA Y JUSTICIA-ARG

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo

Data: 11 de maio de 2017, quinta-feira

Horário: 21h45 (Brasília)

Árbitro: Ulises Mereles (Paraguai)

Assistentes: Não divulgado

Público: 14.999 pessoas

Renda: R$: 346.827,00

Cartões amarelos: Lucão e Júnior Tavares (SAO);Cardona e Alexander Barboza (DYJ)

GOLS:

SÃO PAULO: Thiago Mendes, aos cinco minutos do primeiro tempo

DEFENSA Y JUSTICIA: Castellani, aos dez minutos da primeira etapa

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Bruno (Luiz Araújo), Lucão, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, João Schmidt e Thiago Mendes; Cueva (Thomaz), Neilton (Gilberto) e Lucas Pratto

Técnico: Rogério Ceni

DEFENSA Y JUSTICIA: Arias; Bareiro, Alexander Barboza e Cardona; Rivero, Castellani (Elizari), Delgado, Leonel Miranda e Jonas Gutiérrez; André Ríos e Bouzat (Kaprof)

Técnico: Beccacece

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