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» » » » » Tempos de 30 minutos com paralisação: As mudanças propostas ao futebol

A International Board, entidade que zela pelas regras do futebol, publicou na semana passada um documento com propostas para mudar o futebol e torná-lo com menos paralisações. São inúmeros pontos abordados:
• Que as partidas sejam disputadas em dois tempos de 30 minutos. O cronômetro seria parado toda vez que a bola saísse de campo.
•A permissão para que faltas sejam batidas com a bola rolando.
• O juiz não poder terminar a partida se um ataque estiver em andamento.
•Proibir rebotes em cobranças de pênaltis defendidas pelos goleiro.
•Conceder gol automaticamente se o jogador tirar a bola em cima da linha com o braço.
Abre Aspas para Lukas Brud, secretário da International Board, ao Jornal "Folha de São Paulo":
   
Disciplina 

A maioria dos pontos do nosso documento é para discussão. Queremos fomentar o debate. A ideia, na verdade, é mudar a cultura do esporte. O objetivo é eliminar as coisas negativas que existem. Não é que acordamos um dia e pensamos: 'ah, vamos mudar as regras do futebol'. O que nós queremos é melhorar a disciplina. A intenção sempre é cortar o desperdício de tempo e aumentar o respeito ao árbitro.

Regras já existentes

O goleiro tem seis segundos para repor a bola, senão é punido. Isso tem de ser colocado em prática, o que não acontece hoje em dia. O árbitro deve fazer com que o jogador substituído saia do campo pelo caminho mais curto, sem ir até onde está o banco de reservas. São coisas fáceis de colocar em prática e que podem aumentar o dinamismo da partida.

Debate

Todas as opções estão na mesa. A questão é se serão aceitas ou não. As ideias não foram criadas por nós [da International Board]. Foram propostas que recebemos e resolvemos discutir. Não quer dizer que serão implantadas ou mesmo debatidas por um longo tempo. Queremos ver o que acontece. Há quem deseje que o futebol continue como está. 

Como mudar

Qualquer mudança terá de passar pelo trâmite normal. Ser debatida na International Board, enviada à Fifa, e testada em torneios europeus de pouca expressão. Sabemos que há ideias que as pessoas não vão gostar. Mas queremos debatê-las.

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