#futebolrc

    ...
... ... ... ... ...

Notícias

Rádios
Rádios
Rádios
Rádios
» » » Parada AM: Ruy Castro conta a história da Bossa Nova na Rádio Cultura-SP/ MEC-RJ

A história da bossa nova, desde seus antecedentes até seus herdeiros diretos — tudo ilustrado com canções desconhecidas que ajudaram a erguer o gênero, assim como gravações raras e surpreendentes dos clássicos. Em oito episódios, Ruy Castro detalha a trajetória da batida diferente na série “A onda que se ergueu no mar — O seu caso de amor com a bossa nova”, que estreou neste domingo, 02, às 14h, na Rádio Cultura, em São Paulo (com retransmissão pela MEC FM, do Rio, às 20h).
A cada semana, a série apresentada por Ruy — e escrita por Heloisa Seixas e Julia Romeu — visita um período. A estreia, “A bossa antes da bossa”, lembra canções que já anunciavam, de alguma forma, a revolução que viria a partir da gravação de João Gilberto para “Chega de saudade”, lançada em 1958.
— Nesse primeiro programa estão as gravações originais de “Doralice”, “Morena boca de ouro”, “Bolinha de papel”, todos aqueles sambas que depois João Gilberto viria a gravar — conta Ruy. — Ouvir essas gravações comprova minha tese: a bossa nova é apenas a continuação de um samba de bossa que o Brasil produz pelo menos desde 1929, com “Jura”, de Sinhô. O que João fez foi dar a esses sambas uma... bossa nova.
Outros rios que desembocaram na bossa nova aparecem no programa como “Rapaz de bem”, de Johnny Alf, e “Pra que discutir com madame?”, na voz do próprio autor Janet de Almeida (parceiro de Haroldo Barbosa na canção), em gravação de 1945.
— Você ouve essa gravação do Janet de Almeida e é como se João Gilberto tivesse vindo direto dali, sem passar por Dick Farney — avalia Ruy.
Os programas seguintes seguem desenrolando essa cronologia: a primeiríssima leva de clássicos do gênero; a consolidação da santíssima trindade formada por Tom, Vinicius e João, o sambalanço e o samba-jazz; o apogeu; o estouro fora do país; um dedicado a gravações curiosas (“As bossas que você nunca sonhou ouvir”); e, por fim, a continuidade, em vozes como as de Tim Maia, Leila Pinheiro e Celso Fonseca.
A estreia coincide com o lançamento da reedição de “A onda que se ergueu no mar”, com nova capa e mais cinco textos.
— Tenho outras séries agendadas — diz Ruy. — A próxima é sobre Carmem Miranda.
Fonte: Jornal O Globo

«
Next
Postagem mais recente
»
Previous
Postagem mais antiga

Nenhum comentário:

Leave a Reply