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» » » Festa dos 103 anos do Palmeiras tem homenagens a "Segunda Academia"

Os 103 anos de fundação do Palmeiras, completados no último sábado, foram comemorados em uma festa na noite desta segunda-feira. O evento, realizado em uma casa de shows da Zona Oeste, foi marcado por uma homenagem ao time conhecido como “Segunda Academia” e contou com um emocionado Emerson Leão. A equipe de 1972 entrou para a história ao protagonizar uma temporada com 49 vitórias, 26 empates e apenas cinco derrotas, conquistando o Campeonato Paulista de forma invicta e o Brasileiro. Com o mesmo time base, o Palmeiras ainda ganhou o Brasileiro 1973 e o Paulista 1974. Leão; Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César e Nei subiram ao palco e ganharam medalhas comemorativas. O ex-goleiro Leão, que não costuma comparecer aos aniversários do clube, discursou em nome do grupo e se emocionou ao final: “O Palmeiras me deu uma joia rara. Foi lá que conheci minha mulher, com quem sou casado há 41 anos”, completou. Com 620 jogos pelo clube, Emerson Leão é superado apenas por Ademir da Guia (902). O antigo camisa 10, antes de subir ao palco com os companheiros de 1972, recebeu homenagem especial e foi chamado pelo presidente Maurício Galiotte de “maior jogador da Sociedade Esportiva Palmeiras de todos os tempos”.
“Realmente, é um momento único merecer essa homenagem, aos 75 anos. Na verdade, a gente não faz nada sozinho. O ano de 1972 foi especial e temos que lembrar sempre”, afirmou Ademir da Guia, citando nominalmente seus companheiros, além do técnico Oswaldo Brandão. “Futebol é conjunto e não ganhamos nada sozinhos”, declarou.
A homenagem lembrou a Arrancada Heroica (1942) e seu primeiro jogo no Parque Antárctica (1917). 
José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, proprietários da Crefisa/FAM, foram premiados por Maurício Galiotte. A conselheira Leila também discursou: “Nosso contrato (Crefisa e FAM) vence no ano que vem, mas a minha intenção é renovar. Eu vou ficar no Palmeiras porque tenho absoluta certeza de que seremos campeões mundiais. Eu quero comemorar o bicampeonato mundial do Palmeiras com as minhas marcas estampadas no uniforme. Eu não saio enquanto não for campeão mundial. Se demorar um pouco, não tem problema, a gente fica. E acredito nisso a curto prazo. É o meu desejo”, completou a empresária.

Foto: Sergio Barzaghi

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