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» » » » » Canetadas: Os bastidores da negativa de Vadão e do acerto com Eduardo Baptista

Quando da demissão de Gilson Kleina do comando da Ponte-Preta, o principal nome vindo da torcida e da imprensa para assumir o comando da Macaca veio de Vadão, recém demitido com requintes de ingratidão do rival Guarani. Mas não foi o procurado em primeiro plano por Gustavo Bueno, diretor de futebol do clube. O contato inicial foi com Eduardo Baptista, que em novembro de 2016 deixou o alvi-negro de Campinas para assumir o milionário Palmeiras. Mas mesmo com os 66% de aproveitamento, o treineiro foi demitido, diante das expectativas que não pareciam se cumprir da conquista de títulos, com uma eliminação inclusive para a Ponte-Preta em um 3 a 0 em pleno Majestoso. Com passagem curta e de 46% de aproveitamento pelo Atlético Paranaense, a saída ocorreu menos de dois meses após a chegada por conflitos com dirigentes. Então surgiu a promessa de que não trabalharia mais até o final da temporada, buscando uma reciclagem na Europa. A palavra foi mantida mesmo com o primeiro contato de Gustavo Bueno. Baptista, que reside em Campinas manteve a palavra que não voltaria a trabalhar mais esse ano.
Então o diretor pontepretano foi a procura de Osvaldo Alvarez, com história no clube e de bom relacionamento com a atual diretoria. Sem clube, Vadão pediu apenas alguns dias para aceitar a proposta da Macaca, ainda aguardando um convite do exterior, mais precisamente da Arábia Saudita, ou ainda de uma seleção feminina, sendo a brasileira a mais comentada. Os dias se passaram desde sábado, e esta quarta feira era decisiva para a escolha de um novo treinador. Vadão estava 95% acertado até meio dia deste 20 de setembro. Mas recebeu uma ligação perto do horário do almoço que mudou os rumos da tragetoria da sua volta ao Majestoso. Ele ouviu sim da proposta que esperava. Provavelmente, mas não confirmada, a volta a seleção brasileira feminina. Emily não vem agradando. A defesa não funciona. O comandante olímpico pode ser visto como a solução. E em Campinas a Ponte-Preta ouviu um agradecido não. Um até breve de quem nunca encerra a sua história nos clubes da cidade. Gustavo Bueno então foi pessoalmente a casa de Eduardo Baptista. E ouviu um surpreso sim. Contestado pela saída repentina, mas aplaudido pela possível condição de livrar a Macaca do risco de rebaixamento. Eduardo Baptista, nesta Quinta-feira, se apresenta no CT da Ponte-Preta para continuar uma história inacabada. O ano enfim começa nessa relação entre clube e treinador.

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