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» » » » Com treino em ritmo de jogo, Roger Guedes se destaca, Guerra e Borja vão mal

Às 19 horas (de Brasília) deste sábado, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta o Santos, no Estádio Palestra Itália. A partida será história para a equipe alviverde, já que marca seu 1000º clássico contra os principais adversários do estado de São Paulo. O zagueiro Edu Dracena e o lateral esquerdo Egídio, punidos com o terceiro cartão amarelo na recente vitória sobre o Fluminense, são desfalques certos para o técnico Cuca. Assim, Luan e Zé Roberto são as principais alternativas.
O treino do Palmeiras desta terça-feira teve ritmo de jogo. Em atividade parcialmente aberta na Academia de Futebol, os reservas, ao lado de jogadores da base, se enfrentaram em um coletivo que teve destaque para Arouca e Róger Guedes. Enquanto os reservas faziam um trabalho de recuperação muscular na parte interna do CT alviverde, Alberto Valentim dividiu o grupo em duas equipes. O time sem colete for formado por Fernando Prass; Mailston, Augusto, Luan e Zé Roberto; Bruno Henrique, Felipe Melo e Hyoran; Róger Guedes, Keno e Léo. A formação com colete teve Jailson; Fabiano, Pedrão, Gabriel Furtado e Matheus Bahia; Thiago Santos, Arouca, Guerra e Raphael Veiga; Erik e Borja. A atividade com bola foi a primeira do camisa 5, que se recuperou de cirurgia no tornozelo esquerdo.
No treinamento, a enorme superioridade da equipe sem colete ficou clara, muito graças a inspiração do atacante Róger Guedes. Primeiro, o camisa 23 chapelou um adversário e bateu cruzado para vencer Jailson. Na volta do intervalo, Valentim elogiou a equipe sem colete e pediu reação ao time vermelho, o que não ocorreu. Hyoran recebeu na meia esquerda, cortou para o meio e bateu no ângulo para tentar ampliar a vantagem. Por fim, Róger Guedes, que estava dando trabalho aos adversários com dribles e lançamentos, matou o jogo ao receber lançamento, driblar Vinicius Silvestre (que substituiu Jailson) com um toque de cabeça, e completar para as redes. Se o camisa 23 esteve inspirado, o mesmo não se pode dizer da dupla estrangeira Guerra e Borja. Enquanto o venezuelano errou a maioria dos passes, o colombiano pouco tocou na bola e foi mal nas finalizações.
Em treino de finalizações de fora da área, os jogadores precisavam fazer três gols consecutivos para encerrar os trabalhos. Após muita insistência, Róger Guedes, Borja e Keno conseguiram o feito, sendo que o camisa 9 mostrou bom aproveitamento nos chutes.

Foto: Cesar Greco/SEP

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