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» » » » Racismo nos estádios e internet cresce 64% em 2017 -Parte 2-

Para os jogadores, o tema é delicado e controverso. A maioria dos negros vítimas de injúrias não quis falar. Apenas o goleiro Aranha e o Rafael Vaz abordaram o tema abertamente.
De acordo com o Observatório da Discriminação Racial, os casos de injúria são apenas a ponta do iceberg no mundo do futebol. Para Carvalho, o problema é muito maior diante da ausência dos negros em outras posições de destaques, como treinadores, dirigentes, presidentes de clubes e também como comentaristas, repórteres e apresentadores nos principais programas esportivos.
A data do lançamento do relatório 2016 do Observatório da Discriminação Racial do Futebol Brasileiro, uma das principais entidades de combate ao racismo no Brasil, ainda não está definida. O problema é a falta de recursos financeiros. Mesmo com a pesquisa de 2017 em andamento, a entidade busca parceiros para publicar o relatório do ano passado. “Estamos tentando conseguir apoio para manutenção do projeto”, lamenta Marcelo Carvalho, diretor executivo da entidade. “Se não entrar (verba), vou ser obrigado a procurar um emprego formal e deixar de me dedicar exclusivamente ao Observatório, o que colocaria em risco a dinâmica do monitoramento dos casos, pesquisas e interações”, lamenta.
A atividade de Marcelo é voluntária, mas ele trabalha para a criação de um instituto. Diariamente, ele monitora as redes sociais da entidade e os principais veículos do Brasil em busca de novos casos. Tem o apoio de Débora Silveira, responsável pela área de tecnologia. Os dois trabalham sozinhos e desenvolvem outras atividades profissionais paralelamente. Em 2016, a parceria foi com o Vasco, pioneiro na inserção do negro no futebol brasileiro. “O presidente Eurico Miranda abriu as portas do clube”.
Amanhã, a reportagem especial sobre o racismo no futebol brasileiro, que tem como fonte o jornal Estado de São Paulo, tem a sua última parte.

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