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» » » » » Canetadas: 37 anos de Luís Fabiano, o Fabuloso

O menino nascido na periferia de Campinas e levado por seu avô aos treinos da Ponte-Preta, a qual um dia prometeu voltar para encerrar a carreira, está completando 37 anos. Luís Fabiano Clemente celebra mais uma vez o dom de sua vida, que passou por tantos clubes na história do futebol mundial e pela Seleção Brasileira, sempre deixando o faro do artilheiro aceso para que o gol se tornasse o seu cartão de visitas, permanência e despedida.
O futebol nacional o conheceu pelas redes balançadas no Morumbi em partidas históricas e em memoráveis duelos contra os rivais do Tricolor. Quem não se lembra da épica partida contra o River Plate em um estádio lotado onde era melhor ajudar na briga a bater pênaltis. A Espanha foi a nova morada do artilheiro, que também honrou a camisa da seleção em inesquecíveis gols pelo Mundial da África do Sul. O camisa nove porém ainda voltaria aonde foi mais feliz. Em uma apresentação para um Morumbi lotado e pelas mãos do maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni, ele voltou ao São Paulo. Conviveu com constantes lesões, mas fez gols, ao contrário do popular, sempre úteis nas redes adversárias, principalmente as Corinthianas, em comemorações que orgulham o torcedor São Paulino. Ele fez história por onde passou, e mesmo tendo atuado no futebol chinês, foi também artilheiro. Agora no Vasco, reencontra lesões e caminha para um fim de carreira provável.
Luís Fabiano é o terceiro maior artilheiro do São Paulo, com 212 gols e dois títulos conquistados. O São Paulino de corpo e alma sabe reconhecer os seus ídolos e cada um do que ele faz pela história do time. Nem sempre os gols, títulos e atuações são capazes de refletir a importância do jogador no elenco, assim é com Adhemar Ferreira da Silva, responsável por uma das estrelas no escudo sagrado, Telê Santana, o velho mestre, Muricy Ramalho, o discípulo perfeito, Raí, o maestro e terror do Morumbi, Rogério Ceni, o M1TO, Diego Lugano, que tem sido fundamental para as vitórias recentes do clube e Luís Fabiano, que nos gritos vindos das arquibancadas representa todo o orgulho tricolor, por quem sabe conhecer aqueles que honram a camisa do sagrado time do Morumbi. Se os críticos despreparados dizem que o São Paulo vive de passado, é preciso lembrar que apenas os São Paulinos, não os modinhas, mas os de sangue, entendem o quanto a história vitoriosa do maior clube do Brasil, único brasileiro tri-campeão mundial, é fundamentada no seu passado glorioso e na veneração aos seus ídolos que fazem do São Paulo a sua vida.
Parabéns ao eterno ídolo do Tricolor, que sabe como ninguém ser Fabuloso.

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