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França e Croácia na final da Copa. Mas a Copa da Rússia foi mesmo a Copa das surpresas como muitos dizem?


A Copa do Mundo da Rússia está chegando ao fim, e muitos a estão chamando de a “Copa das surpresas”. Surpresas que posso dizer começaram antes do início da competição. Itália, Holanda e Chile por exemplo sequer superaram as eliminatórias e são de fato habitué dos mundiais de futebol.


Certo, não tivemos nas semifinais nem Brasil, nem Argentina e sequer a atual campeã e sempre presente Alemanha. Mas para quem gosta de curiosidades, discordo que esta copa na Rússia tenha sido a Copa das surpresas.

Desde a Copa do tetra, em 1994, ao menos em três competições seguidas tivemos os “penetras” na fase que antecede a final.

Em 94 foram Bulgária e Suécia enfrentando Itália e Brasil respectivamente. Em 1998 foi a Croácia, eliminada curiosamente pela França, e em 2002 Coreia e Turquia. Este ano a Croácia novamente apareceu entre os quatro melhores da Copa.

Se considerarmos a fase de quartas de final a coisa aumenta e muito. Mas por hora, deixemos de lado. 

Em suma, a Rússia 2018 não é o Mundial das surpresas. Elas já apareceram e a tendência é de acontecer ainda mais nos próximos mundiais, caso os “medalhões “ou, as seleções da elite do futebol de seleções não se atualizarem e continuarem a desmerecer novas tendências de potências do futebol mundial como Croácia, Bélgica, Portugal e até então a esquecida e quase excluída Inglaterra.

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