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Brasil encerra data FIFA sem sofrer gols, mas sem convencer


Com vitória de 1 a 0 sobre a Argentina, gol de Miranda nos acréscimos da etapa final, a seleção brasileira encerrou mais uma data Fifa, a segunda pós-copa.  E o time segue sem convencer dentro de campo. O time comandado por Tite não sofre gols, mas sofre para marcar.

Miranda comemora gol nos acréscimos diante da Argentina
Desde a eliminação frente a Bélgica na Copa do Mundo da Rússia, foram disputadas 4 partidas (2 x 0 contra Estados Unidos, 5 x 0 em El Salvador, 2 a 0 na Arábia Saudita e a vitória contra a Argentina nesta tarde por 1 a 0).

Do discurso de Tite em seu início em 2016 comandando a seleção canarinho e do papo depois da copa, de não sermos “Neymar-dependentes”, a distância continua sendo abissal.
Apenas analisando os amistosos depois do mundial, são 10 gols anotados pela amarelinha. 

Destes, oito passaram por Neymar, sendo seis assistências e dois gols de pênalti.
O time do Brasil não cria, não mostra capacidade de atravessar sistemas defensivos robustos, e sequer os mais fáceis como nestes amistosos realizados.

A seleção não cria, não envolve adversários, e dos 10 gols marcados, 4 foram de bola parada, inclusive o da vitória de hoje por 1 a 0 frente aos rivais argentinos, gol de Miranda.

O protagonismo esperado não veio até agora. Hoje, diante dos argentinos, a formação inicial até parecia sair do lugar comum, com Casemiro a frente da zaga e um meio de campo teoricamente mais leve, com Arthur e Coutinho mais centralizados, Neymar e Gabriel Jesus mais abertos e Firmino como referência no ataque. 

O destaque positivo fica por conta de Arthur. O meio de campo é dele. 

Arthur foi o destaque positivo do time brasileiro na partida de hoje
Mas faltou objetividade e outra vez vimos o menino Jesus mais marcando do que procurando jogadas ofensivas, e Neymar como de praxe, buscando jogar sozinho. Visando o Hexa em 2022, a caminhada segue a passos lentos, ou melhor, passos em falso.

Abre o olho Tite!


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