#futebolrc

    ...
... ... ... ... ...

Notícias

Rádios
Rádios
Rádios
Rádios

Este é um “Quem somos” diferente. É escrito à carne crua. Sem adjetivos de terceiros, direto na pele. Saiba o que é a Rede Contínua através das palavras de seu idealizador: Gabriel Dias. E a pergunta mais comum: "De onde vem o nome “Rede Contínua?”. Ah, ele está escrito apenas na contracapa deste livro.

Gabriel Dias recebe o prêmio de melhor mídia web
no troféu ACEESP 2016
A Rede Contínua não é uma simples web-rádio. Na verdade, passamos bem longe disso! Somos o que se chama de convergência de mídias. Aqui se faz de rádio e TV. Provamos que o jovem ou o profissional que não tem formação em jornalismo pode ser um criador de conteúdo e não somente um consumidor das velhas mídias: jornais, rádios e tvs.

As portas da internet são gigantes e por elas passa-se um batalhão de gente que quer chegar a algum lugar, que acredita que ela é o destino e não simplesmente a passagem para o rádio. Com o passar do ano de 2016, nos consolidamos entre os ouvintes como mídia alternativa. A conquista de um público fiel se deu pela nossa dedicação em sempre querer alcançar mais.

Ricardo Soares é integrante do quadro de gestores
da Rede Contínua e está na equipe desde de 2011
Estamos presentes nos principais estádios de São Paulo e uma equipe que conta com 15 pessoas que movimentaram em 2016 mais de 8 milhões e meio de ouvintes. Um jeito inovador de transmitir futebol na internet, atraindo um público carente de novas opções e jovens.
Nosso espaço está sendo conquistado e as dificuldades já foram muito maiores, dentre elas as de chegar a um estádio e não ter internet para transmitir, negativas de credenciamentos e até falta de tempo para transmitir todos os jogos.

Sim, somos os pioneiros quando o assunto é rádio web que não esteja ligada a nenhum time.
Nós fomos uma das primeiras web rádios que conseguiram credenciamento junto a ACEESP (Associação dos Cronistas do Estado de São Paulo), por volta do final de 2012, ainda na gestão de Luiz Ademar, o que nos deu o direito de acompanhar os jogos de futebol ou eventos esportivos direto dos locais.

Peter Müller é sócio-proprietário da
Rede Contínua e integra o quadro de
gestores da emissora.
As primeiras partidas que transmitimos direto de um estádio aconteceram ainda no final do ano de 2012, durante o torneio de futebol feminino realizado no Pacaembu, com Marta, Cristiane, Formiga e companhia em campo.

Nosso maior baque ocorreu em novembro de 2012, quando o narrador titular Alessandro Santos, então com menos de 35 anos, sofreu um acidente de moto ao ir trabalhar e faleceu. Víamos ali, morrer um ídolo e um dos melhores locutores que passariam pela web rádio mundial! Até 2013,  usamos o título de “Equipe Alessandro Santos” em homenagem ao nosso eterno narrador.

Nossas transmissões começaram a tomar dimensões que não esperávamos desde as primeiras jornadas esportivas dos times das divisões inferiores do campeonato Paulista, como: Flamengo de Guarulhos, Barueri, Nacional da Barra Funda e Juventus da Mooca. Cada ida nossa aos estádios transformava-se em uma odisseia com aquele enorme computador de mesa, o meu mesmo, daqueles estilo Compaq.

Victor Rodriguez e Narjara Wotekoski no prêmio
Aceesp 2016. Victor faz parte do quadro de gestores.
Já unimos casais, sim, e que esperamos que se casem, logo, por favor! Victor Rodriguez (narrador) e Narjara Wotekoski (comentarista), se conheceram em 2012 quando começaram a transmitir partidas de futebol juntos, ainda pelo famoso método do Skype, cada um na sua casa, assistindo a imagem do jogo e narrando.

Acompanhamos crianças crescendo! O Pedro Marques, por exemplo, começou na Rede Contínua aos 11 anos de idade! E está conosco até hoje, já com 17, cada vez mais craque e obstinado!

Aconteceu que o menos esperado surgiu do nada: a indicação a final do prêmio ACEESP de 2013. A história novamente se desenhando em tempo real. A primeira vez de uma web rádio não ligada a clubes de futebol que chegava a final na categoria web-rádio, que depois transformou-se em mídia web. Merecíamos? Talvez não naquele momento pela qualidade, mas pela determinação. Aí uma palavra que sempre esteve em nossos vocabulários.

Pedro Marques em 2016.
As vezes que saíamos dos estádios de futebol com aquelas enormes malas de viagem cheias de equipamentos pesados, malas que mal se sustentavam em pé, e que acabávamos carregando nos braços ou mesmo nas cabeças! O mais penoso trajeto de todos, sem dúvidas, era o da Portuguesa.

Aquele longínquo 2013 era loucamente tenso. Estávamos em uma transmissão às 10h no Canindé, em Guarulhos ou na Barra Funda e logo depois, às 16h o destino seria o Morumbi, o Pacaembu e até mesmo a Vila Belmiro.

Hoje, temos mais discernimento. Há limites onde nosso Dom Quixote interior se limita a trespassar. Para nossa absoluta surpresa, não veio apenas o terceiro lugar no prêmio aceesp em 2013, chegaram os prêmios de 2014, 2015 e agora 2016.

É incrível chegar ao ponto onde você tem a clara visão do seu trabalho. Aprendemos, com estes prêmios, que eles não podem nortear os rumos de ninguém. Não podem simplesmente serem as madeleines de Proust. Ou seja: quem faz deles (os prêmios) os caminhos para o sucesso, estará sumariamente perdido. O trabalho, ele sim, é o único caminho que vale a pena.

O que se pode dizer hoje é que a esfinge chamada história está sendo vivenciada, e como em todos os tempos, raramente percebe-se que se faz parte dela, novamente ela acaba nos devorando. A verdade é que o sucesso nunca será perceptível, por mais que lhe digam mil vezes, todas as horas. Para nós, ele não existe, a busca pelo impossível é implacável e pode chegar a triturar os perfeccionistas.